Domingo, 3 de Maio de 2015

Viajar

viagem.PNG

 Foto retirada da Internet

 

Uma das das coisas que mais me dá felicidade, é viajar. Já o disse aqui várias vezes e não me canso de o dizer.

Adoro programar, escolher hóteis, roteiros, ler todos os guias, consultar as dicas no Fórum das Viagens e do Tripadvisor, riscar guias, assinalar sítios nos mapas, o frenesim quando chego ao aeroporto. Adoro tudo isto.

Às vezes em jeito de brincadeira, digo que se não fosse Enfermeira, seria organizadora de viagens.

Segundo um estudo da Universidade dos Estados Unidos, " viajar traz mais felicidade do que qualquer bem material que possamos comprar". Não poderia estar mais de acordo. Conhecer novas culturas, lugares, cheiros e sabores, é uma das melhores experiências da vida. E sinto-me uma priviligiada, por poder experiênciar tudo isso.

E com isto, começa-se aqui a contar os dias para a próxima viagem. Organizada por nós ao pormenor, num lugar paradisíaco e longíquo. Aceitam-se apostas acerca do destino.

publicado por oceanosemfundo às 09:00

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Quarta-feira, 30 de Julho de 2014

Um Verão azul

Para trás ficam dias azuis, dias de férias. Rumamos a Sul.

Há sítios fantásticos em Portugal. Nos últimos anos fomos descobrindo, explorando novos sítios. E temos este hábito (que adoro manter) de sempre que passamos férias no nosso país, procurar novos espaços, os lugares menos conhecidos. E foi isso mesmo que fizemos nestas férias.
Entre dias de praia e de campo, paramos, desaceleramos e vivemos de forma mais tranquila e intensamente as tantas coisas boas que a vida nos tem oferecido. Porque é aqui, nestes dias só de nós, que reaprendemos a relativizar, colocar em perspectiva nos devidos lugares e com a real importância que têm todas as outras, menos boas.
Apanhámos sempre sol, calor bom, mar na temperatura certa, petiscamos, tivemos jantares especiais, conhecemos praias fantásticas.
Deixo-vos estes dias em imagens. Gosto de registar os melhores momentos e, mais do que as centenas (milhares) de fotografias que tiro, de guardar olhares, cores, mimos, imagens de amor, bocadinhos de cada um deles dentro de mim. Não há imagem nenhuma que espelhe tão bem o que a nossa alma capta. Nestes quinze dias, que pareceram imensos, fomos muito felizes. Um verdadeiro Verão azul.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

CS Praia dos Salgados

 

 

 

Marina de Vilamoura

Praia D.Ana

Praia do Camilo

 

 

Cabanas de Tavira

Cacela Velha

 

 

Praia Verde

 

 

Herdade da Matinha, Cercal do Alentejo

 

 

Herdade da Matinha, Cercal do Alentejo

 

 

Herdade da Matinha, Cercal do Alentejo

 

 

Herdade da Matinha, Cercal do Alentejo

publicado por oceanosemfundo às 18:27

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Segunda-feira, 17 de Junho de 2013

It´s Summer Time

Rumo ao Sul. Algarve. A praia. Ali, aos nossos pés. Os jantares na Marina de Vilamoura. Alentejo. Chegada a Almodovar. A descoberta do Monte Gois. Paz. A perder de vista. A paisagem estonteante. As tardes de piscina. Jantares iluminados pelo entardecer. As migas da D.Manuela. Comporta. Petiscos. Limonadas. As praias do Carvalhal e da Comporta . Calor. Pele salgada. Felicidade. Amor. Mimo. Sorrisos. O encanto do pôr-do-sol. O silêncio da contemplação. Bronze. Mergulhos. A "tristeza" da despedida. Mas a certeza de que, estas férias, ficarão guardadas num cantinho especial dos nossos corações.

 

 

publicado por oceanosemfundo às 22:25

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Quarta-feira, 1 de Maio de 2013

Uma paragem pelo Vietname

Depois de duas semanas intensas de férias, chega a hora de falar neste país que visitamos, e que tanto nos fascinou. Uma vez li num fórum de viagens, que quem visita a Ásia uma vez, vai querer voltar vezes sem conta. E não podia estar mais de acordo.É um continente fascinante e só quem já lá teve é que me consegue entender. No nosso currículo já conta a Tailândia, a India, as Maldivas e agora o Vietname. O Vietname foi uma agradável surpresa. Fomos um bocado a medo, porque os reports portugueses são quase inexistentes e o país não se resume apenas a vestígios da guerra. Tem muito mais para oferecer, paisagens deslumbrantes, templos ornamentados, um povo simpático e sempre sorridente e uma gastronomia divinal.

É também o país das motas. Os carros são escassos e a razão é simples, os impostos são caros e só quem é muito rico se pode dar a esse privilégio. O trânsito é uma confusão. Confesso que temi pela minha vida quando andei de carro. O trânsito neste país resume-se a duas regras essenciais: ir onde queremos ir e tentar não ter acidentes pelo caminho.Tudo o resto que aprendemos na escola de condução em termos de parar nas passadeiras, não conduzir em contra-mão, no Vietname não existe. Mas também devo admitir que são condutores exímios pois no tempo que lá estive não vi um único acidente. E tenho a certeza que a maioria de nós, Europeus ou condutores de países desenvolvidos, seríamos incapazes de conduzir por estradas do Vietname. Atravessar a estrada também é uma aventura. Ninguém pára, mesmo nas passadeiras. O segredo é avançarmos para o meio do trânsito e andar devagarinho de modo as motas e os carros nos contornarem. E seja o que deus quiser.

 

Outra característica do país é que quase toda a gente usa uma máscara na cara enquanto conduz, aqui a poluição é ao mais alto nível. Outra das coisas que aprendi em relação ao trânsito do Vietname é que tudo pode ser transportado numa mota ou bicicleta, sejam mobílias de casa, mercadorias, independemente do tamanho.

Os Vietnamitas são muito simpáticos e calmos e ao contrário do que vi em muitos outros países, não vi nenhuma criança a pedir esmolas ou pessoas atrás de nós a tentar impingir tarecos. O país é muito seguro, andamos sózinhos de dia e de noite, sem qualquer problema. Senti-me mais segura no Vietname à noite, do que em Lisboa.

 

A nossa primeira paragem foi em Hanoi. É a capital do Vietname, é uma fusão encantadora de traços vietnamitas e da época colonial. O que mais gostei desta cidade, foi o bairro antigo, com as suas fascinantes ruelas históricas, cheias de lojinhas, restaurantes e oficinas de artesãos. O bairro pode ser percorrido facilmente a pé ou de Pedicab (uma espécie de bicicleta), usamos os dois métodos de transporte.

 

 A comer uma das especialidades Vietnamitas: Pho e crepes vietnamitas.

 

O templo da Literatura

 

Traje típico Vietnamita, feito de seda.

 

Bairro Antigo

 Café típico Vietnamita

 

Andando de pedicab no Bairro Antigo

 

Seguimos para Halong Bay. Foi classificada pela Unesco como Património Mundial. Na Baía há mais de 2000 rochedos calcários espalhados e formações dolomíticas. Aqui fizemos um cruzeiro de 1 noite no Bahya Cruise. Visitamos uma aldeia flutuante, e as grutas Hang Sung Sot. Foi maravilhoso.

 

As aldeias Flutuantes compostas por barcos casas, escolas e até postos de combustível.

 

Uma escola na aldeia flutuante

 

O nosso barquinho

 

Halong Bay ao acordar

 

Seguiu-se Hue. Um dos centros culturais e históricos mais importantes do Vietname. Visitamos a Cidadela Imperial, o mercado Dong Ba, o Pagode Thien Mu e os mausoléus reais do Rei Tu Duc e do Rei Khai Dinh.

 

 

Rumamos a Hoi An. Foi das minhas cidades preferidas. Aqui encontra-se uma fusão de várias culturas. Além de monumentos, a cidade oferece excelentes cafés, restaurantes e lojas com artigo típicos vietnamitas, tendo sido classificada de Património Mundial pela Unesco. O ambiente descontraído da cidade, fazem de Hoi An um local ideal para deambular e descontrair. A Ponte Coberta Japonesa é um dos marcos mais famosos da cidade.

 

 

As famosas lanternas feitas de seda

 

No Rio Thu Bon

 

A Ponte Japonesa no final da tarde

 

Uma das iguarias de Hoi An: Cau Lau. É uma delicia. Atrevo-me a dizer que foi o prato mais delicioso que comi no Vietname.

 

Uma Vietnamita com uma cozinha portátil. A maioria das refeições preparam-se na rua.

 

Noodles para fazer o Cau Lau

 

Fizemos uma paragem em Nha Trang para uns dias descanso e de praia. Escolhemos o Hotel An Lam Ninh Van Bay. Não podiamos ter escolhido melhor, foi um refugio, onde pudemos relaxar e namorar. O quarto onde ficamos era soberbo e fomos os primeiros portugueses a estrear o hotel. A praia era lindissima, a água era quentinha e apesar de não ter o mar azul, não era por isso menos paradisiaca que muitas que já tive oportunidade de conhecer.

 

 

Seguimos para a última cidade do Vietname, Ho Chi Minh. É a maior cidade do Vietname e é considerada a capital económica do país. Ao lado dos enormes centros comerciais, hóteis e restaurantes de luxo, surgem os pagodes e os edificios coloniais, como a Catedral de Notre Dame, o Teatro Municipal e a Estação Central dos Correios.

Visitamos os túneis de Cu Chi a 75 kms a  Norte de Ho Chi Minh, famosos durante a Guerra do Vietname e o Museu da Guerra do Vietname.

 

No Museu da Guerra

Os ainda efeitos nefastos da Guerra do Vietname

Catedral de Notre Dame

Estação Central dos Correios

Café Vietnamita

Pho 24, cadeia de restaurantes

Teatro Municipal

 Túneis Cu Chi

Protecções contra o calor. As Vietnamitas fogem do calor como o diabo da cruz. Os pobres é quem ficam queimados. 

publicado por oceanosemfundo às 15:33

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Terça-feira, 17 de Julho de 2012

Uma aventura na Tanzânia

Fazer um safari em África é uma experiência incrível. Ver os "Big Five" (Búfalo, Leão, Elefante, Leopardo e Rinoceronte) e todos os animais que vivem na savana, mesmo aos nossos pés, é fabuloso e único. Ao longo dos dias que lá estive, senti-me como se estivesse no National Geografic. Um destino que recomendo a todos.

Ver os “Big Five” é um dos grandes objectivos de quem faz um safari. Tivemos a sorte de os conseguir ver todos. O nome “Big Five” (Cinco grandes) não vem de seu tamanho, mas pelo facto de eles serem, historicamente, os animais mais difíceis de serem caçados. O leopardo é o mais difícil de ser observado, pois anda sempre isolado, ao contrário dos outros, e é muito arisco.

Mas há também outros animais tão interessantes quanto os Big Five para serem vistos e ouvidos: zebras, girafas, hipopótamos, hienas, impalas, javalis, chitas, etc, ...

Foi difícil a selecção das fotos. Deixo-vos aqui um pouco do que vimos e vivemos neste maravilhoso país.

 

Arusha

 

 

 

A caminho de Ngorongoro

 

 

Cratera de Ngorongoro vista do Ngorongoro Serena Lodge

 

 

Parque Ngorongoro

 

 

Tribo Masai

 

 

Escola da Tribo Masai

 

 

Parque do Serengeti

 

 

Lá se foi o meu lanche

 

 

Lake Manyara visto do Lake Manyara Lodge

 

Parque do Lake Manyara

 

 

O regresso

 

 

Arusha

 

 

E depois de 5 dias intensos de safari, partimos para Zanzibar. Aqui estivemos numa praia paradisiaca, para descansar, namorar e repôr energias. Foi maravilhoso.

 

 

publicado por oceanosemfundo às 22:24

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Segunda-feira, 5 de Setembro de 2011

Harmonia no Índico

 

 

[Maldivas]

publicado por oceanosemfundo às 00:05

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Domingo, 4 de Setembro de 2011

Uma ideia da Índia

Usando as palavras de Alberto Moravia nas páginas do livro Uma Ideia da Índia: “Eu também não sei verdadeiramente o que é a Índia. Sinto-a, é tudo. Também tu deverias senti-la.”

Índia … suja, de mão estendida nas ruas, de sorriso generoso, deolhos que nos lêem a alma. Veste saris de cores vibrantes, cheia de vacas que se passeiam pelas ruas, com um trânsito caótico e ruidoso. É esta a Índia descrita pelo Moravia. E como diz o mesmo, a Índia vista com os olhos do turista até pode ser uma desilusão. É um choque para quem espera cenários perfeitos.

Há pelo menos duas coisas que não se podem levar numa viagem à Índia: cinismo e preconceitos. A Índia é um país devastado pela carência. Ponto final. Não vale a pena partir com hipocrisias, moralismos baratos ou julgamentos. E muito menos com o nosso modelo de existência europeu e “civilizado” a tiracolo. O melhor é aceitar as coisas como elas são e tentar ver para lá da película de pó que cobre as cidades, as pessoas e os objectos. Tentar ver para além das montanhas de lixo que varrem as paisagens e a extrema pobreza que se alastra.

 

A nossa primeira paragem foi em Delhi. Uma cidade que nos encantou.

Em Nova Delhi vivem mais pessoas do que em Portugal inteiro. As ruas mais antigas de Delhi estão permanentemente cheias de trânsito. Há motociclos que circulam em todas as direcções, e não há cá regras de trânsito.

Diz-se que, para conduzir na Índia, são precisas três coisas: o volante, a buzina e sorte. E, de facto, o ruído das buzinas é ensurdecedor.

Nova Delhi é a capital da Índia desde 1947 e a sua parte nova é composta por largas avenidas arborizadas, mas a velha Delhi é um emaranhado de ruas e ruelas estreitas, chegando a ser sofocantes.

Nas ruas, o caos é , primeiro, infernal.Depois fascinante, com a as centenas de riquexós, carros, motos, bicletas, vacas e autocarros, de lojas e pequenas bancas de vendas, os apitos e buzinas e gente, gente e mais gente, num movimento aleatório, constante, alucinante. E depois são as cores vivas e alegres nos tecidos lindos dos saris das mulheres, nos pequenos montes de especiarias à venda nas ruas,nos cartazes enormes que anunciam universidades, e nas flores que cobrem a sujidade da terra batida.

 

Superado o choque do primeiro embate visual, revela-se o país verdadeiro, pleno de contrastes, tão arcaico mas moderno (é uma das maiores economias do mundo), tão pobre mas luxuoso, tão sujo quanto exótico e singular.

 

Aqui começamos a visita pela Mesquita Jama Masjid ( a maior mesquita da Índia e a segunda maior do mundo), continuamos com a visita ao Mausoléu de Humayun e à Mesquita Qutab Minar. Passamos pelo Raj Ghat, onde foi cremado Mahatma Gandhi. Continuamos pelo Templo Lakshmi Narayan. Percorremos as ruelas estreitas de velha Delhi de riquexó. Uma verdadeira aventura.

 

Segunda paragem: Jaipur, conhecida como "A cidade rosa", já que em 1876 o seu marajá mandou pintá-la dessa cor, para a visita do Principe de Gales. Desde então a cidade é regularmente pintada. A cidade que outrora tinha sido a capital da realeza, conhecida como a Cidade dos marajás, é hoje a capital do Rajastão. A própria estrutura de Jaipur lembra o sabor dos Rajputs e das famílias reais. A caminho de Jaipur, fizemos uma pequena paragem em Samode para almoçar e para visitar o palácio de Samode, com 400 anos.

No 2º dia em Jaipur, subimos de elefante até ao forte de Amber, antiga capital do império Rajput, famosa pelo seu forte. Visitamos o Palácio Imperial, o Observatório Astronómico e o Palácio dos Ventos.

 

Por fim visitamos Agra, com aproximadamente 1,3 milhões de habitantes, é mais uma tumultuada, barulhenta e suja cidade da Índia. Não seria nenhum motivo para visita se não fosse o Taj Mahal, o mais conhecido monumento da Índia e também um dos mais conhecidos de todo o mundo.

O Forte de Agra, outra atração turística de Agra, é um enorme forte cuja construção foi iniciada em 1565. Originalmente tinha uma estrutura militar, porém mais tarde tornou-se também o palácio do imperador.

 

Rica e vibrante, a Índia surpreendeu-nos muito durante a nossa estadia. Trouxemos do país incríveis lembranças, que jamais esqueceremos, que fez desta viagem, uma das nossas preferidas e um forte desejo de voltar. Gostamos de tudo. Do povo à culinária, da dança à música, dos costumes à arquitectura de templos, forte e palácios.

 

Fica aqui um pouco do que vivemos.

 

publicado por oceanosemfundo às 21:58

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